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A parceria virou título e amizade.

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A carreira de Gustavo Kuerten teve participação especial de um paranaense. Juntos, o tenista catarinense e o amigo Antônio Prieto venceram apenas um torneio, em Santiago (2000), mas a relação entre eles vai além dos cinco campeonatos que disputaram em parceria.


O primeiro contato ocorreu quando Guga tinha sete anos. “Nos enfrentamos em um amistoso. Venci fácil”, gaba-se Prieto, antes de diminuir o próprio feito com uma explicação simples. “Eu tinha três anos a mais. A diferença era grande”, complementa. Ambos ainda se encontrariam em outras competições infanto-juvenis.

A amizade cresceu em 1997 – justamente o ano do boom de Guga. Formado em Comércio Exterior nos EUA, Prieto, então com 24 anos, aceitou convite para treinar com Larri Passos em Camboriú. Após anos de convivência, especialmente nas pré-temporadas, surgiu a chance de atuarem lado a lado em um torneio oficial. Foi em Santiago, em 2000, graças a um convite pedido por Larri e garantido pela fama que o pupilo já conquistava.

As dificuldades pela falta de entrosamento foram ficando para trás e veio o título. Assegurado com uma pitada do que Prieto diz representar bem a personalidade do companheiro. “O Guga ganhou a final de simples e teve 15 minutos para descansar antes da decisão das duplas. Ele fez questão de jogar e de ser campeão. Nem tanto por ele, mas por mim”, afirma.

A pressão de jogar com um astro incomodou fora de quadra. Dentro dela, os gestos de apoio do amigo acabaram com o incômodo rapidamente. “Às vezes eu errava e ele é quem pedia desculpa. Tudo para chamar a responsabilidade e me deixar tranqüilo”, finaliza o hoje empresário.

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